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sábado, 4 de junho de 2011

Oceanário de Lisboa

Há...!!! O Oceanário de Lisboa é um lugar a parte! Fantastico! Principalmente para a criançada.
Fiquei encantada com o trabalho realizado alí.








Eles recriaram os habitats (fauna e flora) inclusíve a temperatura ambiente dos 4 oceanos: Oceano Atlântico Norte, Oceano Antártico, Oceano Ìndico e Oceano Pacífico.

Tudo formando um aquário Central gigantesco com as mais diversas espécies.








E tudo muito bem bolado. Primeiro passamos pelo ambiente externo tendo uma visão de cima do lugar, e na parte debaixo vimos os peixes que habitam aqueles oceanos respectivamente.


A idéia do aquário central é passar a mensagem de que o oceano é um só, que a divisão dos oceanos criada pelo homem existe apenas devido à barreiras fisiológicas.





Oceano Atlântico Norte
Oceano Atlântico Norte
Estende-se desde a Islândia até Açores.
Se vê recifes rochosos, peixes-chato, cardumes, medusas, pradarias-marinhas e peixes dos Açores.

Se vê espécies que vivem no Atlântico Norte como os bacalhaus, pata-roxa, julianas, bodiões-canário, chernes, douradas e robalos.










Eles simularam um
a passagem como se estivéssemos dentro de uma gruta nos Açores.
As rochas escuras representam aquelas de origem vulcânicas.


A riqueza de detalhes é tamanha que até recriaram rochas desgastadas em função do tempo e do vento.








Raia-Lenga.
A temperatura ambiente é de 14ºC.
A da água varia entre 10ºC a 14ºC.






Peixe-Chato
Durante part
e da fase de larva, eles tem o corpo simétrico, com um olho de cada lado.

Depois, um dos olhos (direito ou esquerdo, conforme a espécie) migra para o lado oposto da cabeça.

O corpo sofre uma compressão lateral até ficar achatado. Estando assim, eles passam a viver no fundo, camuflados e com os olhos virados para cima.





Linguado
As larvas sofrem também transformações semelhantes a do Peixe-Chato. O olho esquerdo migra para o lado direito do corpo que é achatado.

Vivem semi-enterrados na areia ou no lodo.

Permanecem imóveis, mas possuem receptores na pele que detectam as presas e quando estas estão bem próximas, ele lança um ataque rápido de modo que não precisam perseguir sua comida.


Deus cria suas criaturas e as prové.

Oceano Antártico
Eles reproduziram uma faixa conhecida como sub-antártica, então recriaram a orla costeira das Ilhas da Georgia do sul e Malvinas.
Esses são os pinguíns-de-Magalhães

Todos possuem pulseirinhas de identificação e há um painel com os nomes e sexo de cada um.













As rochas representam estratificações e desgastes pela ação da neve e do vento.

são uma espécie de refúgios para os seres que não sobreviveriam na gelada Antártida.






A temperatura fica em torno de 12ºC.








O gelo por cima das pedras é realmente de verdade. Não é faz de conta. A temperatura do local ajuda-o a manter-se.









Andorinhas sobrevoam o lugar. Chamam-se Andorinha-do-Mar-Inca.







































Oceano Pacífico
Nesse eu fiquei um bom tempo porque tinha um bichinho muito lindinho que ficava nadando para um lado e para outro fazendo graça. Lindinho!!!! Era a Lontra-marinha
ugar reproduz um superfície rochosa de Monterey Bay na Califórnia.
A estrela nesse habitat é essa lontra-marinha, muito engraçadinha na sua brincadeira na água.


Temperatura ambiente de 17ºC.




Estrela-de-Traschel.


Vive no fundo da areia ou em rochas. Pode possuir cores laranja, azul, cinza e castanho.






Estrela-de-Traschel
Pode ser na cor laranja, castanho, azul ou cinzento.
Vive a 70m de profundidade.














Ouriço-Púrpura
Se distingue dos demais ouriços por seus espinhos serem curtos e é claro de cor púrpura

















Oceano Índico
Oceano Índico
Esse também é legal porque reproduz até sons de trovoadas e tempestades. A temperatura ambiente é de 25ºC.
Temperatura ambiente 25º
E a riqueza de espécies é enorme!

A temperatua da água é de 20ºC.














Unicórnio-de-espigão-laranja.
Tem esse nome devido a dois espigões cor de laranja afiados próximo à bartana caudal, um de cada lado do corpo, usado para se defender. Pode causar muita dor. Estão associados à glândulas de veneno.




























Oceano global - aquário central

Tem a função de unir todos os oceanos, tendo cada local sua particularidade em termos de temperatura, luz, estrutura geológica do fundo, profundidade, etc...













Gavião-do-mar
Essa raia é chamada assim porque ao mexer suas barbatanas grandes lembram o voo de um pássaro.















Manta
É um animal em regra solitário. Ela se alimenta do zooplâncton.
















Peixe-Lua
É o maior peixe ósseo do mundo podendo atingir até 3 metros de comprimento, m de 4 metros de altura e pesar até 2 toneladas.

Ele é simplesmente enorme! É uma das maiores atrações no oceano.

Se move muito, muito, muito lentamente.

Ele carrega muitos parasitas internos e externos




Tubarão-touro
Dizem que é inofensivo, mas eu é que não quero brincar com ele!

Quando nasce já conta com 1 metro de comprimento.

Antes de nascer, come os outros irmãozinhos dele (ovos e embriões) - Canibalismo intra-uterino.

A mãe geralmente tem 50 óvulos em 2 úteros, mas somente os dois embriões mais fortes e rápidos é que nascem, os outros são comidos por eles.



Viola-Pintada
Embora pareça ser um tubarão, é uma raia de águas tropicais costeiras.

Sua carne é bastante apreciada nos países asiáticos.












Coral-Cérebro-Sulcado
Localiza-se em recifes de coral e se assemelha a um cérebro. Possui um sulco que o divide em dois hemisférios.













Dragões marinhos
São encontrados apenas nas águas da Austrália. Possui apêndices em forma de folha pelo seu corpo.














Peixe-Palhaço (do filme Procurando Nemo)

Começam a vida como machos que, eventualmente, podem mudar de sexo.

Quando isso acontece a fêmea passa a dominar um grupo de machos.









Moreia-Verde
Vive em poças de marés, mangais e recifes de coral.

Pode atingir até 2,5 de comprimento e 30k.

Pode atacar produzir graves ferimentos.
Atinge a cor verde quando já é adulto.







Abaixo demais fotos de seres interessantes.












Abaixo vídeos interessantes do que vimos










domingo, 1 de maio de 2011

Castelo de São Jorge - Lisboa

O Castelo de São Jorge se encontra numa das mais altas colinas de Lisboa.

Possui um área aproximadamente de 6.000m2.







É um conjunto onde se compreende o Castelo, cidadela e a esplanada.

Antigamente era conhecido como Castelo dos Mouros por ter sido construído por eles.

Na época a cidade chamava-se Al-Uxbuna.




Nessa região foram encontrados vestígios de ocupações que datam o séc. VI a.C e III a.C - era a época da idade do Ferro.


Tem-se registro de fenícios, romanos, visigodos... materiais que mostram um pouco da cultura e evolução daqueles povos que por alí passaram.


Daquele monte era fácil o controle da região, de lá tem-se boa visão do rio Tejo.

No ano 138 a.C foi construída a primeira muralha pelos romanos.







O Castelo propriamente dito teve sua existência no séc. XI, momento em que Lisboa era uma importante cidade portuária mulçumana.









Em 1148, D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, após conquistar a cidade, instala-se no Castelo de São Jorge depois de derrotar os mulçumanos.








Estando então o Castelo nas mãos de cristãos é consagrado a São Jorge padroeiro dos cavaleiros e das Cruzadas.


No jardim, na Praça de Armas, há uma estátua de D. Afonso Henriques.


Sob a coluna é visível o símbolo dos Templários, posto que ele era um.







Onde funciona o museu do Castelo era onde ficava o antigo palácio do alcaide mouro e logo depois passou a ser a residência dos reis de Portugal.


Espaços foram modificados, construídos e reconstruídos. Lá habitavam além do rei e sua corte, o Bispo e do Alcaide que tomava conta da cidade.

Alí vários acontecimentos importantes ocorreram como: a aclamação do rei D. Duarte em 1433, a festa de casamento pelo casamento de D. Leonor com o Imperador da Alemanha Frederico III , a aclamação a D. João II em 1481, a recepção do rei D. Manuel a Vasco da Gama no seu retorno após ter descoberto o caminho da Índia em 1499, nascimento do príncipe D. João - futuro rei D. João III, entre outros tantos.

Com o terremoto de 1755 as muralhas, o castelo, o Paço Real e outras construções existentes ficaram em ruínas.










No séc. XX redescobriram vestígios do Paço Real, do castelo, da alcáçova islamica (cidadela fortificada que rodeava o castelo onde residiam a elite que comandavam todos os aspectos da vida política, administrativa, religiosa e militar da cidade árabe).













Na foto ao lado a estátua do rei D. Manuel.

Hoje o Castelo de São Jorge é considerado Monumento Nacional.

Horário: 9h-21 (março a outubro)
9h- 18h (novembro a fevereiro)
Bilhete: 7 euros











Para chegar no Castelo, abaixo, eu coloco um passo a passo com fotos, pois fiquei um pouco confusa para chegar ao local, nesse sentido espero facilitar para alguém.

Precisei pedir informação a uma portuguesa, dona de um quisoque, que muito mal humorada me respondeu. Acho que todo mundo deve perguntar a ela, pois não vi placas de orientação e o elétrico 28 para próximo ao seu quiosque. Enfim....

Para se chegar ao Castelo:

a) autocarro nº 37
b) elétrico nº 12. Parte da Praça da Figueira. (deixa próximo)
c) elétrico nº 28. Parte da Praça Martim Moniz. (deixa próximo)

Nós escolhemos ir de elétrico 28.



(tente ficar bem colocado na fila de espera do elétrico, pois ele enche e são poucos os lugares. Conseguimos um lugar sentado, mas o banco que eu consegui ficar era de costas para a janela, logo por trás do motorista, e como ele encheu eu não pude aproveitar a paisagem. Imagina um ônibus apinhado de gente, tudo como "sardinha em lata" era assim que eu me sentia, apesar de estar sentada).




Bem o elétrico vai te deixar num miradouro na Rua São Tomé de onde se tem um vista muito bonita da cidade.









De lá você segue a pé na mesma direção que o elétrico estiver indo e logo você verá uma entrada que vai dar na Travessa de Santa Luzia (aquela entradinha entre os prédios vermelhos)



Nela você vai caminhando até chegar no Largo do Contador-Mor, continue caminhando e logo verá a Travessa do Funil, entre nela.








Ao se entrar nessa travessa, ao fundo você já vê parte da muralha da cidadela com uma espécie de janela - é o Patio de D. Fradique.










Siga caminhando pela rua do Chão da Feria. Já estará rodeando as muralhas.











Logo você verá a entrada para a cidadela.